Memória da Música

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As orquestras invadem as salas de estar: redefinição dos padrões e espaços para a escuta musical no Rio de Janeiro

Tipo de documento:
Dissertação de mestrado

Autor:
Luiz Felipe Sousa Tavares Emídio

Orientador:
Raimundo Nonato Araújo da Rocha

Local:
UFRN

Data:
2010

Publicação - Livros / Artigos

Palavras-chave:
1926-1931; Indústria fonográfica ; Sensibilidades; Habitação; Rio de Janeiro

Resumo:
No final do século XIX e início do século XX, uma série de inovações técnicas foram difundidas comercialmente e repercutiram consideravelmente no cotidiano de alguns grupos urbanos brasileiros. Algumas dessas novidades tecnológicas desempenharam um papel importante na difusão em larga escala de obras artísticas que até então tinham um potencial de difusão extremamente restrito. O desenvolvimento de dispositivos capazes de registrar e reproduzir música mecanicamente esteve inserido nessa lógica, ao passo que a popularização de gramofones, fonógrafos, cilindros e discos inauguraram um novo momento para a produção e consumo de música. Sobretudo a partir da inauguração do sistema elétrico de registro e reprodução de sons, esse processo trouxe repercussões relevantes para as sensibilidades auditivas e maneiras de se ouvir música entre algumas camadas da população carioca, além de ter contribuído substancialmente para alterações nos referenciais espaciais desses indivíduos

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